
Em "Halloween II", a história inicia logo após o psiquiatra Dr. Sam Loomis (Donald Pleasence) salvar a babá Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) no filme anterior, ao disparar vários tiros de revólver no psicopata Michael Myers (Dick Warlock), que utiliza uma máscara de "bicho papão" (boogeyman) para ocultar seu rosto, e uma faca para matar suas vítimas. Porém, mesmo caindo baleado do alto da sacada de uma casa, Michael Myers consegue fugir, levando em seu currículo o assassinato de três jovens e sendo perseguido pela polícia da pequena cidade de Haddonfield, em Illinois. Enquanto Laurie é levada ao hospital local, o Dr. Loomis se junta ao xerife Leigh Brackett (Charles Cyphers) e partem à procura do maníaco Michael Myers, que era seu paciente na distante cidade de Smith's Grove por quinze longos anos, até conseguir escapar do hospital psiquiátrico em que estava internado, e iniciar sua vingança na cidade natal (conforme eventos relatados no filme original de 1978). É noite, e como o psicopata estava obcecado em matar Laurie, numa motivação que vem de um segredo revelado por Marion Chambers (Nancy Stephens), funcionária do manicômio de onde Myers fugiu, ele vai ao encontro da jovem no hospital de Haddonfield, e até encontrá-la, deixa um rastro enorme de vítimas que cruzam seu caminho, entre várias enfermeiras e até um experiente médico plantonista, Dr. Mixter (interpretado pelo veterano Ford Rainey). Entre as cenas de mortes, destaca-se aquela em que uma bela enfermeira nua tem seu rosto completamente queimado em feridas pútridas e gosmentas ao ser violentamente mergulhado numa banheira com água fervendo utilizada para fisioterapia dos pacientes, isso após o assassino ter matado seu namorado momentos antes.Após muita correria, perseguições, disparos de revólver, cortes brutais com faca, muito sangue e mortes violentas, finalmente Michael Myers se confronta num momento de extrema tensão com Laurie e o Dr. Loomis, numa sequência literalmente explosiva, fechando a história de forma satisfatória, e que deveria e poderia ser definitiva se os produtores não continuassem a saga do psicopata mascarado com vários outros filmes seguintes, com roteiros descartáveis e onde predominariam uma infinidade de situações absurdas e desnecessárias.
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